Inea diz que vazamento da Petrobras no Rio continua

Seriam 180 litros de óleo, afirma instituto. Problema começou quinta-feira

Daniel Haidar
e Ramona Ordoñez - O Globo

A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, informou ontem que ainda não foi contido o vazamento de óleo causado pela Petrobras no campo de Marlim, na Bacia de Campos, no Norte Fluminense. Em nota, a empresa diz que vem obtendo "evolução positiva" na solução do vazamento. 


O derramamento foi iniciado por defeito no equipamento Árvore de Natal (conjunto de válvulas que controla a produção), instalado na superfície do poço. Marilene disse ainda que vazaram 180 litros de petróleo até ontem em alto-mar, segundo informações do Ibama e da empresa. A estatal, porém, diz em nota que foram apenas 108 litros entre quinta-feira e sexta-feira e uma mancha de três litros identificada ontem por sobrevoos na região. O campo está a 172 quilômetros de Macaé. 


A Petrobras só identificou sexta-feira a mancha de óleo, avistada na véspera. O poço que apresentou problemas está desligado, fora de operação.


A estatal deslocou para a área cinco embarcações especializadas em contenção e recolhimento de óleo, três para inspeção submarina, e aeronave para sobrevoo. 


Agência Nacional do Petróleo, Ibama e Marinha foram notificados.
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