Colômbia em defesa do señorial urso andino

Parques Nacionais Naturais de Colômbia apresentou o 21 de fevereiro uma campanha para a salvaguarda do urso andino, coincidente com a celebração do Dia Mundial da Proteção do também conhecido como guardião dos Andes.


Prensa Latina

Bogotá - O propósito do citado programa - segundo sua diretora, Julia Miranda - é conscientizar aos que vivem nas cidades do tesouro de contar no país com o carismático ouso de anteojos. Também que aqueles que residem cerca de seu habitat aprendam a conviver com eles.


Justamente no Dia Mundial de sua proteção, a União Internacional para a Conservação da Natureza alertou que este grande mamífero está em alto risco de extinção e poderia desaparecer em 30 anos.

Os perigos maiores estão dados pela fragmentação de seu habitat natural, por sua caçada indiscriminada ou por práticas turísticas irresponsáveis.

Das oito espécies de urso que há no mundo, o andino é endémico de América do Sul. Distingue-se por apresentar manchas brancas ou amarillentas no peito, o pescoço e o rosto, preferencialmente em torno dos olhos; daí que lhe nomeiem também urso de anteojos.

Existem uns 18 mil instâncias na cordillera de Ande-os de Peru, Colômbia, Venezuela, Bolívia e Equador.

Em Colômbia habita nos bosques e páramos de 22 dos 59 Parques Nacionais Naturais, em altitudes entre os mil e três mil metros sobre o nível do mar.

Considera-lhe um reforestador natural porque dispersa as sementes das plantas cujos frutos consome, conseguindo a manutenção e recuperação dos bosques.

Atua também como um polinizador ao transportar o polen de diversas plantas em sua espesso pelaje e estimula o crescimento do bosque através da ruptura de ramos.

Também conhecido como ouso frontino, ouso sulamericano, ucumari e jukumari, este majestoso animal pode chegar a medir 1,8 metros e o peso dos machos adultos ronda os 140 quilogramas.

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